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TerraMagna facilita crédito para distribuidores anteciparem os seus recebíveis

Data26 maio 2020

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Custear a lavoura é uma das partes mais difíceis da safra. É uma fase que requer muito planejamento financeiro, principalmente dos produtores rurais brasileiros que, historicamente, carecem cada vez mais de capital próprio.

Segundo o Ministério da Agricultura, a contratação de crédito rural entre julho de 2019 e abril deste ano, apenas tendo os bancos públicos como fonte, somou R$156,6 bilhões, aumento de 12% em comparação à temporada anterior.

E essa é apenas uma parcela do mercado, na qual se acrescentam fontes como bancos privados, cooperativas de crédito e o próprio financiamento das revendas.

Quando os produtores compram seus insumos nas distribuidoras, a moeda de troca acaba sendo a sua própria produção.

Eles usam os futuros grãos que vão colher como pagamento a prazo para suas compras, com o acordo sendo formalizado através de uma CPR (Cédula de Produto Rural).

Com posse do título, a distribuidora recebe somente no final da safra, ou seja, ela concede a venda de insumos para o produtor, mas só recebe depois.

Buscando uma solução para esse ciclo, a TerraMagna acaba de lançar um novo serviço para conectar os distribuidores ao mercado de capitais, fazendo com que possam receber já no início da safra, no momento da venda.

A agrifintech brasileira observou as cinco principais necessidades das distribuidoras:

  1. Ter liquidez rápida das contas a receber, convertido em caixa já no começo da safra;
  2. Crédito para ser utilizada na compra de qualquer tipo de insumos;
  3. Liberdade para comprar os insumos à vista do fornecedor de sua escolha;
  4. Transferência de risco de crédito;
  5. Melhoria de índices financeiros.

No que consiste o serviço?

As distribuidoras enviam as CPRs que desejam antecipar para TerraMagna por meio de plataforma web. Uma vez recebidas, a TerraMagna analisa seu risco de crédito por meio de seu sistema próprio, que usa inteligência artificial com base em fontes de dados.

A partir das informações levantadas pelo sistema exclusivo, as CPRs são levadas para os investidores do mercado de capitais, que poderão “comprar” esses títulos a taxas justas, adequadas ao risco individual de cada situação. Depois da negociação, o distribuidor endossa os títulos para o investidor e este paga a revenda.

“Nosso objetivo é promover a conexão entre o agronegócio e o mercado de capitais, trazendo uma nova forma de crédito para nossos parceiros distribuidores. Assim, além de terem maior saúde em seus negócios e melhores índices financeiros, eles vendem mais, com o compromisso de crédito ficando entre o produtor e o investidor do mercado de capitais”, explica Bernardo Fabiani, CTO da TerraMagna.

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