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Produção e vendas de máquinas agrícolas no País

Data18 agosto 2020

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De acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no ano passado, a produção de máquinas agrícolas, no Brasil, foi de 53.125 unidades.

Isso representa uma redução de 20%, já que em 2018, o País chegou a produzir 65.656 unidades. Entretanto, 2019 foi bem parecido com o número produzido, em 2017, já que foram fabricados 53.043 maquinários.
Já no primeiro semestre, deste ano, segundo a Anfavea, a produção de máquinas agrícolas reduziu cerca de 24,9% em junho, na comparação com o mesmo período, do ano passado, ou seja uma produção de 3,3 mil unidades.

No Brasil, o Sul e o Sudeste são as principais regiões responsáveis pela produção nacional. Isso porque, o Rio Grande do Sul representa aproximadamente 43% da produção total de maquinário no País. Tendo o estado do Paraná logo em seguida, com uma representatividade de 27% e São Paulo com uma fatia de 23%, respectivamente.

As vendas de máquinas agrícolas, neste mesmo período, foi 43.855. Número bem maior em relação ao ano de 2017 (42.391). Entretanto, 2018, foi um ano atípico, tanto na produção quanto nas vendas, já que foram comercializadas 47.731.

Em 2020, no acumulado de janeiro a junho, as vendas de máquinas agrícolas, no mercado interno, atingiram 19,1 mil unidades. O resultado é 22,6% inferior ao registrado nos primeiros seis meses de 2019, quando foram fabricadas 24,7 mil unidades.

“A situação geral da indústria automotiva nacional é de uma crise maior que as enfrentadas nos anos 80, 90 e essa mais recente de 2015/2016. Ela veio num momento em que as empresas projetavam um crescimento anual de quase 10%. Um recuo dessa magnitude no ano terá impactos duradouros, infelizmente. Nossa expectativa é que apenas em 2025 o setor retorne aos níveis de 2019, ou seja, com atraso de seis anos”, avaliou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

Vale ressaltar que nos primeiros meses deste ano, as vendas viam crescendo consideravelmente, em março, saltaram 10%,quando na comparação com mesmo mês do ano passado e no mês de maio, alta de 23,3% em relação a maio do ano passado e de 61% na comparação com abril.

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