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Comércio Exterior e Economia

Mais de 30 mil toneladas de abóboras são vendidas na Ceagesp

Data17 abril 2020

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A abóbora é um dos produtos mais comercializados na maior Central de abastecimento da América Latina, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, a Ceagesp. Tanto que há um pavilhão específico, no ETSP, o MSC possui 28 boxes.

Diversos estabelecimentos, na Ceagesp, trabalham com abóboras de diferentes variedades que vêm de diversas partes do interior paulista e também de outros Estados.

Como é o caso, por exemplo, da empresa Sanches Matsunaga, localizada no Pavilhão MSC/ Box 13B ao 16, que já está em sua terceira geração, e especializada em todos os tipos de abóboras.

Vale ressaltar que no Portal do JE é possível localizar todas as empresas que comercializam abóboras na Ceagesp, através do Anuário Digital, sendo que não somente esta hortaliças mas também outros produtos que são vendidos na Ceasa de São Paulo (www.jornalentreposto.com.br/lista-de-atacadistas).

De acordo com os últimos dados da Companhia de abastecimento de SP, as principais variedades de abóbora são: Japonesa (56,6%), Moranga (24%), Seca (12%), Paulistinha (6,75%) e D’água (0,4%).

Sendo que os Estados que mais enviam abóboras do tipo japonesa ou cabotiã são Santa Catarina (41%), São Paulo (25%) e Minas Gerais (9,7%).
Segundo os dados levantados pela SEDES – Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp, em 2019, foram vendidas mais de 30 mil toneladas de abóboras no Entreposto paulistano.

Isso representou financeiramente mais de 41 milhões de reais. Número, em toneladas, bem acima, em relação ao ano anterior, já que 2018, a Ceasa de São Paulo movimentou apenas 27 mil t.

Vale ressaltar, que neste período, em maior do ano retrasado, ocorreu a paralisação no abastecimento por conta da greve dos caminhoneiros e isso afetou diretamente as vendas dos produtos em geral, no Entreposto paulistano.

Em 2017 e 2016, por exemplo, foram contabilizados, em ambos os anos 33 mil t e 2015 com mais de 36 mil t de abóboras vendidas.

Segundo a tabela de sazonalidade, outubro é o período que a abóbora, no caso da japonesa, se encontra com a produção forte, ou seja, o preço está mais em conta.

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