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Índice CEAGESP sobe 2,1% em novembro

Data11 dezembro 2020

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Em novembro, o setor de frutas subiu 5,46%. As principais altas foram nos preços do maracujá azedo (52,6%), do caju (50,1%), do abacate margarida (39,1%), da atemoia (33,0%) e da banana maçã (25,5%).

As principais quedas ocorreram com o limão taiti (-45,4%), com o figo (-30,9%), com o maracujá doce (-19,2%) e com as mangas tommy atkins (-19,1%) e palmer (-17,1%).

O setor de legumes registrou forte baixa de 7,84%. As principais quedas ocorreram nos preços da vagem macarrão curta (-39,2%), da berinjela (-39,0%), dos pepinos japonês (-37,1%), caipira (-30,9%) e comum (-23,9%), do pimentão verde (-26,7%) e da berinjela japonesa (-23,8%).

As principais altas foram registradas nos preços do inhame (28,1%), da cenoura (22,2%), da abóbora moranga (21,7%), do pimentão vermelho (20,0%) e da beterraba (16,8%).

O setor de verduras apresentou queda significativa de 7,14%. As principais baixas registradas foram nos preços dos brócolos ramoso (-28,6%) e ninja (-22,3%), da couve-flor (-24,9%), da rúcula (-24,0%), da salsa (-20,2%) e do rabanete (-15,4%). As maiores altas ocorreram nos preços da erva-doce (32,6%), do repolho (30,4%) e da escarola (6,2%).

O setor de diversos registrou forte alta de 7,92%. Os principais aumentos ficaram por conta da batata asterix (30,6%), da batata lavada (25,5%), da cebola (13,4%) e dos ovos vermelhos (6,9%) e brancos (6,6%). As principais baixas ocorreram com o alho (-5,5%) e a canjica (-1,1%).

O setor de pescados apresentou leve alta de 0,59%. As principais altas foram registradas nos preços da pescada (23,5%), da pescada tortinha (15,4%), do polvo (13,6%), da anchova (11,9%) e do cascote (11,2%).

As principais baixas ocorreram com o salmão (-16,9%), com o namorado (-9,8%), com a betara (-3,9%) e com a cavalinha (-3,5%).

  • Tendência do Índice
    O índice de preços da CEAGESP encerra o mês de novembro com elevação de 2,14%, totalizando alta de 17,5% em 12 meses. No acumulado do ano sobe 15,9%. Aumento foi inferior ao índice do mês anterior. Dois setores se destacaram pela elevação: frutas e diversos, sendo que este último registrou o maior aumento: 7,92%. Já os setores de legumes e verduras apresentaram forte queda, sendo que este último acumula baixa de 2,9% no ano. As hortaliças de ciclo curto como o rabanete, agrião, alfaces, rúcula, cebolinha entre outros, favorecem a recuperação de perdas de produção e contribuíram para a estabilização dos preços.

Para os próximos meses, com a chegada do verão, existe a possibilidade de elevações dos preços praticados nos setores e perda de qualidade por conta do excesso de chuvas e altas temperaturas. Mesmo assim, a tendência para o mês de dezembro é de aumento da quantidade ofertada por conta das festas de final de ano, que esse ano serão em menor número e menos grandiosas por conta da pandemia. Para este mês espera-se pequena queda nos preços praticados das frutas em razão da sequência de seis altas consecutivas, mesmo com a provável demanda aquecida.

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