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Embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos e aumento da competitividade nas exportações de produtos frescos

Data29 outubro 2021

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As conservadoras em EPS DaColheita fabricadas pela Termotécnica estão ganhando cada vez mais participação no mercado de exportações de frutas in natura como limão Tahiti, uva, manga e figo. Mas procurando sempre ampliar sua atuação no agronegócio e diversificando o portfólio, as soluções DaColheita – que para o mercado externo leva a marca FarmFresh – estão aptas a atender novas culturas, como o mercado de hortaliças e flores.

“Já temos muitos cases de sucesso da marca DaColheita com soluções para frutas junto a toda a cadeia, desde os fruticultores no campo, o canal de distribuição e o varejo de hortifrutis especializados, inclusive na exportação de frutas premium. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para a horticultura e estamos abertos para atender esse mercado”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

A Termotécnica vem sendo reconhecida pelos produtores não apenas por fornecer o produto, mas também introduzir novas tecnologias e soluções pós-colheita e um novo modelo de negócios para agregar valor à produção do mercado de FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras).

“Em mercados internacionais, as embalagens em EPS já são um grande aliado para o transporte e conservação de produtos frescos e podemos agregar os mesmos diferenciais para esse mercado aqui no Brasil. Já estamos trabalhando no desenvolvimento de aplicações que atendam os horticultores e floricultores. Inclusive, por suas características de estanqueidade e de manutenção da temperatura, nossas soluções de conservadoras DaColheita podem combinar um elemento de hidratação para manter o frescor e a vivacidade destes produtos”, diz Nivaldo Oliveira.

No longo transit-time de exportação, as soluções pós-colheita da Termotécnica podem ampliar em até 30% o shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional) das frutas mantendo suas propriedades organolépticas. Por serem não higroscópicas, as conservadoras DaColheita desidratam menos os produtos frescos, que chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo. “Nossas soluções proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação de frutas”, reforça Nivaldo de Oliveira.

Dependendo do tipo de fruta, em comparação com embalagens de outros materiais, por exemplo, as caixas conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que pode representar em torno de 6% de economia no frete aéreo, diminuindo o custo logístico nas exportações e trazendo um aumento da competitividade para nossos clientes e para todos os agentes envolvidos no comércio internacional.

As soluções pós-colheita também contribuem para reduzir drasticamente as perdas por impactos mecânicos. Em 2019 a Termotécnica conquistou a premiação WorldStar, concedida pela WPO (World Packaging Organization), um dos mais importantes reconhecimentos do mercado de embalagens, nas categorias Food e Save Food. Com esse reconhecimento, a Termotécnica consolida-se como referência mundial em soluções pós-colheita contribuindo para que os chamados FFLVs (flores, frutas, legumes e verduras) brasileiros ganhem mais destaque nos mercados internacionais e combatendo o desperdício de alimentos.

Outro fator importante para atender ao mercado externo é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. Por isso, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

No quesito de sustentabilidade, as caixas conservadoras DaColheita contribuem em três frentes:

  1. Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e solados de sapato.
  2. Aumento do shelf-life  dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.
  3. Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

Pensando na qualidade das frutas tipo exportação, do campo até a mesa do consumidor, as soluções DaColheita têm sido um diferencial que agrega muito valor. Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação”.

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