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Citricultura gera mais de 38 mil empregos

Data10 março 2021

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A citricultura encerrou 2020 como um dos setores de destaque na geração de empregos no país. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), a atividade gerou 38.327 admissões durante o ano passado.

O número é ainda mais representativo quando se observa que a laranja foi responsável por 6,33% do total de 605 mil novas admissões geradas pela agricultura no Brasil em 2020.

No estado de São Paulo, do total de 333,5 mil vagas criadas pela agricultura, a laranja foi responsável por 10,23%, conforme o Caged. “A colheita da laranja é manual, o que faz o setor ser altamente demandante de mão de obra”, assinala o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

Safra 2020/2021

Quando se observa o período de julho a dezembro, que marca o primeiro semestre da safra 2020/2021, a citricultura gerou um total de 17,2 mil vagas de emprego, o que corresponde a 7,64% das vagas geradas pela agricultura no Brasil e 13% das vagas geradas em São Paulo, no período.

“A citricultura é um importante setor gerador de empregos, que colabora com contratações longo do ano, com todas as proteções legais aos trabalhadores em regiões que são carentes de vagas formais, o que gera renda e desenvolvimento para o interior de São Paulo”, enfatiza Netto.

A safra da laranja ocorre num período relativamente longo, entre oito a nove meses do ano, podendo chegar a 10 meses em algumas ocasiões. Toda a colheita é feita de forma manual, o que significa que no período cerca de 96 bilhões de laranjas foram colhidas por mãos humanas.

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