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Adubação a lanço tem mais eficiência com equipamento certo

Data23 junho 2020

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Grande parte das áreas agrícolas brasileiras são hoje compostas por solo com características do Cerrado, ou seja, com baixa quantidade em nutrientes.

Devido a esta característica, para o produtor ter alta produtividade, a adubação se torna imprescindível. Como na agricultura, tempo é sinônimo de dinheiro, para algumas regiões como os estados de Mato Grosso e Goiás, indica-se a adubação a lanço.

A técnica é realizada na superfície do solo, gerando ganho em tempo e produtividade, pois permite uma faixa de aplicação de fertilizantes a lanço de até 36m.

“Como é realizada antes mesmo da semeadura, muni o solo dos nutrientes demandados por cada cultura”, explica Reinaldo Damasio, coordenador de assistência técnica da MP Agro.

Esse tipo de adubação impacta diretamente na produtividade e tem sido utilizada em larga escala pelos produtores, pois torna o processo de semeadura mais ágil, reduzindo os gastos com diversas operações.

“Diferentemente da aplicação em linha na semeadura, que exige mais operações e uma aplicação mais tardia do fertilizante, a aplicação a lanço permite preparar o solo com antecedência e também a aplicação de cobertura para fornecer os nutrientes que as plantas necessitam no momento, por exemplo, a aplicação de nitrogênio parcelado na cultura de milho”, cita Damasio.

Em quais casos fazer a adubação a lanço

Atualmente, com o advento das tecnologias de precisão (AP), o produtor pode identificar e compreender melhor as variabilidades do solo com softwares, aparelhos, análises, entre outros. Isso permite a dosagem correta na aplicação de fertilizantes.

Com o auxílio da tecnologia, ele consegue detectar quais nutrientes estão faltando e ainda ter maior eficiência na aplicação de fertilizantes, principalmente na adubação a lanço, como por exemplo na suplementação do potássio para o cultivo da soja.

É importante que além da tecnologia a orientação de um profissional é sempre indicada. Ele vai ajudar a compreender e analisar melhor os dados fornecidos pelas ferramentas.

“Em solos arenosos, por exemplo, com baixa CTC (troca de cátions), para se evitar a lixiviação, um processo erosivo ocasionado a partir da lavagem da camada superficial do solo pelo escoamento das águas, indica-se fazer a adubação na semeadura ou em pré semeadura, e ainda em cobertura, 30 a 40 dias após a semeadura, tanto para cultivares de ciclo mais precoce como para mais tardio”, detalha o profissional da MPAgro.

Escolha do equipamento

Outro detalhe importante, o qual lembra o coordenador, é que os equipamentos utilizados na hora da operação influenciam e impactam diretamente no resultado final. A MPAgro, por exemplo, possui implementos exclusivos e específicos para a ação. A principal linha de trabalho é com a comercialização de distribuidores de fertilizantes para autopropelidos, a Linha Z.

O distribuidor permite a aplicação de fertilizantes a lanço, utilizando o mesmo rastro do pulverizador, o que gera menor amassamento das plantas em aplicações de cobertura. Além disso, possui em seu portfólio, a linha Truck para caminhões, que foi projetado para grandes capacidades e a linha de arrasto, Taurus, com possui a estrutura robusta e de alta tecnologia.

Vantagens da linha Z

Principalmente na hora de adubar a lanço, o produtor deve levar em consideração o custo-benefício até do equipamento que será utilizado. A Linha Z, da MPAgro, por exemplo, por ser fabricada 100% em aço inox, inclusive a esteira com sistema de gaveta, gasta-se menos com a manutenção do equipamento.

“O produtor tem que realizar as manutenções preventivas como troca de óleo, engraxamento de componentes corretamente e no tempo certo, ele terá uma máquina para a vida toda, sem nenhuma dor de cabeça com manutenções e desgastes por oxidação”, esclarece Damasio.

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