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Geração saúde impulsiona vendas de batata-doce no entreposto

Data15 outubro 2015

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Cultivada em mais de 100 países, sobretudo na Ásia, a batata-doce é nativa das Américas. O navegador Cristóvão Colombo foi quem a levou para a Europa. No Brasil há quatro variedades: batata-branca, angola ou terra-nova (tem polpa branca e é pouco adocicada), amarela e roxa, (com casca e polpa dessas cores, são as mais usadas para fazer doce) e avermelhada (casca parda e polpa amarela com veios roxos ou avermelhados) – batizada no nordeste de coração magoado, é ótima para comer assada.

Nacionalmente, o tubérculo sempre foi conhecido, mas teve seu consumo aumentado nos últimos tempos por ser frequentemente citado na mídia como um milagroso suplemento para praticantes de esportes.

A atacadista de legumes Iguape, há mais de 40 anos na Ceagesp, já percebe elevação nas vendas. “Com certeza a notícia de que potencializa os resultados das atividades físicas está influenciando no aumento da procura”, afirma Sassá, planejador técnico.

Considerada o carboidrato ideal para atletas, a batata-doce supera os outros tubérculos em vários nutrientes: possui cinco vezes mais cálcio, o dobro de fibras e mais potássio que a batata-inglesa. Comparada à mandioca, ela também ganha em fibras e cálcio, assim como em proteína, fósforo e potássio. Resultado: estimula o intestino, auxilia no controle do diabetes e do colesterol e, mesmo sendo mais calórica do que a inglesa, a doce ajuda a emagrecer, entre outros benefícios.

Para ter acesso aos benefícios é preciso ingeri-la regularmente, se possível mais de uma vez por semana. Ela pode substituir a batata- inglesa em preparações como sopa, bacalhoada, purê e até salada. De preferência, prepare com casca, a fim de preservar os nutrientes.

Sassá acredita que a divulgação de informação é a melhor maneira de elevar o consumo de hortifrútis no País. “A batata-doce é um exemplo de que a mídia tem o poder de expandir este mercado”, acredita o especialista.

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