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Flora Giovanna segue tendência de criar espaços verdes nas metrópoles

Data3 novembro 2015

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Na cidade de Toronto, no Canadá, desde 2010 as construções são obrigadas a ter telhado verde. Recentemente, Copenhague, na Dinamarca, também aderiu a lei, com objetivo de se tornar carbono zero até 2025. Por aqui, o conceito de ocupar espaços urbanos com flores e plantas está se espalhando cada vez mais.  

Empresas estão explorando a sustentabilidade e o design de interiores no mesmo projeto. Ao invés de pendurar um quadro na parede, por que não colocar uma planta no lugar? Além de decorar e refrescar o ambiente, a atitude é ecologicamente correta. Em casa você também pode criar um jardim vertical plantando ervas e flores em garrafas pet e pendurando na parede. Você pode seguir diversas linhas e harmonizar da maneira que quiser. Basta escolher o tipo de plantas (chifre-de-veado, por exemplo, resulta em um jardim bem encorpado) e adaptar as garrafas.

Edson Moisés da Silva trabalha na Ceagesp há 38 anos, desde quando a feira de flores ainda ocupava apenas metade do pavilhão do Mercado Livre do Produtor. Por uma década ele foi funcionário dedicado em outra empresa. Durante esse tempo, Edson acumulou experiência e se atentou às mudanças do mercado. Até que fundou a própria produtora de plantas e adquiriu módulos na Ceasa paulistana para escoar o que cultiva.

Há cinco anos a Flora Giovanna, nome que homenageia a filha do empresário, projeta e instala jardins verticais e quadros vivos em residências e prédios comerciais. “Isso é tendência e tínhamos de nos atualizar. Fazemos todo o projeto passando pela automatização, irrigação e adaptações no encanamento”, observa o empresário. O investimento valeu a pena e Edson já acumula diversos trabalhos em grandes clientes como o estádio do Morumbi, o Restaurante Almanara, em Alphaville, e a Nestlé. “O valor do projeto depende da metragem, do tipo de planta que o cliente deseja e a distância da cidade de São Paulo”.

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