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Prejuízos com o sabor do pescado chegam a 10% da produção nacional

Data9 abril 2019

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O Anuário Peixe BR de 2019 mostra que a produção brasileira de pescado foi de 722 mil toneladas em 2018 e a paulista de 73 mil toneladas. De acordo com Gianmarco, as estimativas apontam que em cerca 10% da produção ocorram problemas relacionados ao off-flavor, o que geraria um prejuízo de, aproximadamente, R$ 13 milhões no Estado de São Paulo.

Este prejuízo, porém, é muito maior, segundo o pesquisador. “O principal problema é que a produção de peixe é estigmatizada. As pessoas costumam dizer que não gostam de peixe de água doce por conta do gosto de barro, que erroneamente consideram uma característica intrínseca dos peixes de rios e lagos. Isso prejudica toda a indústria do pescado, que tem trabalhado para mitigar o problema, evitando o processamento e venda de peixes com problemas de off-flavor. Esta é uma barreira para o crescimento do mercado nacional”, explica.

CEAGESP

Segundo os dados da Sedes – Seção de Economia e Desenvolvimento, o setor de pescado da Ceagesp conseguiu, em 2018, comercializar mais de 40 mil toneladas. Isso o coloca como o quinto departamento que mais contribui com as vendas na Central de abastecimento, ficando à frente de flores.

Tendo um faturamento anual de 290 milhões de reais. Entre os peixes mais vendidos na Ceasa de São Paulo estão: a pescada (7,7 mil t); a sardinha (5,5 mil t); e a tilápia (3,7 mil t).
Somente no primeiro trimestre deste ano, foram movimentadas quase 10 mil toneladas de pescados.

Ressaltando que a segunda maior feira atacadista de pescado da América Latina fica na CEAGESP. Em um espaço amplo de 27 mil m², onde, por dia são comercializadas, em média, 200 toneladas de peixes de 97 espécies. Horário de comercialização é de terça a sábado, das 2h às 6h.

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