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Ceagesp comercializa bem abaixo, em 2018

Data29 janeiro 2019

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De acordo com os dados realizados pela Sedes – Seção de Economia e Desenvolvimento, a Ceagesp comercializou, somente, no ano de 2018, mais de 3,06 milhões de toneladas de produtos hortifrutigranjeiros. Isso sem contar com as outras unidades existentes no interior do Estado de São Paulo.

O Entreposto da capital movimentou financeiramente, no ano passado, algo próximo de 782 milhões de reais. O balanço ainda consta que o setor de frutas foi o principal das vendas do ETSP.

Nesse período, foram cerca de 1,6 milhão de t, o que chega a representar uma participação do mercado de 52,4%, ou seja, mais da metade. Tendo a laranja, mais uma vez, como o produto mais vendido, com 270 mil t, de janeiro a dezembro, seguida pela batata (250 mil t); tomate (247 mil t); e mamão (128 mil t).

Em contrapartida, em relação aos alimentos que mais renderam financeiramente, o tomate e a maçã ocuparam as primeiras colocações, com R$ 705 milhões e 480 milhões de reais, respectivamente.

Os dados ainda mostram que o mês de março foi o período que teve a maior comercialização, 291 mil t. Outro detalhe é que, em 2018, o estado de Minas Gerais foi o que mais encaminhou mercadorias ao Entreposto paulistano, com 230 mil t.

Entretanto, em geral, os números obtidos, no ano passado, ficaram um pouco abaixo, em comparação com 2017, já que foram alcançados 3,30 milhões de t. Uma redução de 7% das vendas.

A greve dos caminhoneiros, que começou no dia 21 de maio de 2018, durou no total 10 dias. Durante esse período, a comercialização na Central de abastecimento de São Paulo foi completamente prejudicada, chegando até mesmo a operar com apenas 10% de seu potencial em comparação a um dia normal de atividade.

“As rodovias que ligam a Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, todos estiveram fechadas. Então, não chegavam mercadorias para cá. Ficamos sem frutas, nenhuma empresa tinha, por exemplo, mamão para comercializar. Acho que isso nunca tinha acontecido na história da Ceagesp”, é o que relembra o gerente de vendas da empresa FrutaMina, Eduardo Raymundo.

Agora, a expectativa é para 2019. Caso não ocorra nenhum contratempo externo, a previsão é que as vendas voltem a normalidade e superem o obtido de 2018!

 

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