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Por ano, Ceagesp comercializa mais de 30 mil toneladas de abóboras

Data16 outubro 2018

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A abóbora é um dos produtos mais comercializados no Entreposto paulistano. Tanto que há um pavilhão específico, no ETSP, o MSC, com 28 boxes. Em 2017, foram mais de 33 mil toneladas vendidas, o que rendeu algo em torno de 38 milhões de reais.

Números bem superiores ao alcançado, em 2016, já que foram movimentadas algo próximo de 20 mil t. O ano passado, por exemplo, de acordo com o levantamento realizado pela SEDES – Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp, houve uma redução do preço em 23,3%, em comparação com o ano anterior. Já a abóbora seca, no mesmo período, o aumento foi de 52,4%.

Segundo a tabela de sazonalidade, outubro é o período que a abóbora, no caso da japonesa, se encontra com a produção forte, ou seja, o preço está mais em conta.
Também conhecida como kabocha (ou cabotiá), a abóbora japonesa veio da mistura da moranga e da abóbora moschata. São consideradas ricas fontes de retinol, pró-vitamina A e carboidratos, vitaminas do complexo B, cálcio, ferro e fósforo.

O Brasil produz em média, algo em torno de 12 e 15 mil hectares de abóbora japonesa, o que equivale a uma produção anual de 130 mil toneladas. Já no cenário geral, envolvendo as outras variedades, os principais produtores de abóbora no País são os estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Bahia, Paraná e Santa Catarina. O plantio é realizado com sementes híbridas ou mudas, sendo que as regiões ideais para a atividade são as com clima quente e úmido.

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