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Desafios dos produtores na proteção das sementes

Data18 julho 2018

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O mercado brasileiro de sementes movimenta por ano cerca de R$ 10 bilhões de reais. Estima-se que por ano são produzidas quatro milhões de toneladas de sementes. O país tem a 3ª maior indústria do mundo, atrás apenas de EUA e China. Nos últimos 12 anos o crescimento do setor foi de mais de 120%. 

O presidente da Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), Francisco Carlos Krzyzanowski, considera que o produtor despertou para a importância da saúde da semente nos últimos cinco anos.

Tão importante quanto o processo de extração das sementes é a sua estocagem que envolve muitos cuidados, para que elas se mantenham vivas e possam germinar bons frutos. Além do controle de temperatura, é importante controlar a umidade nos armazéns de sementes para evitar perdas.

Segundo as práticas fundamentais dos Sistemas Apropriados de Armazenamento de Sementes e Cereais para Pequenos Agricultores, desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) algumas implementações básicas para as boas práticas de qualidade das sementes são fundamentais.

Uma delas é o teor de umidade que deve variar entre 6% a 15%, dependendo do tipo. Se a umidade relativa do ar for superior a 65%, o desenvolvimento de fungos e a proliferação de insetos será certo e as sementes estarão sujeitas a deterioração.

Um estudo realizado pelo Laboratório de Sementes do departamento de Agricultura e Horticultura da ESALQ-USP concluiu que, ambientes de baixa umidade relativa do ar, mostraram-se favoráveis à conservação das sementes, que apresentaram menores índices de deterioração.

A melhor solução para garantir sementes de qualidade são os desumidificadores, pois controlam a umidade do ambiente nos níveis desejados e deixam o armazém livre de fungos, bactérias e outros microrganismos.

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