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Embalagem contribui para manter temperatura das FLVs

Data16 fevereiro 2018

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A maneira como o produto é manuseado e transportado conta muito. Geralmente, na CEAGESP, os alimentos são comercializados por caixas de papelão ou até mesmo a de madeira. Sendo que este último, além da fruta, verdura, legumes sofrerem algum tipo de danificação durante o trajeto, que depois será rejeitado pelo consumidor, segundo especialistas na área, este tipo de armazenagem é completamente arcaica e prejudicial.

Isso porque, as caixas de madeira, elas deveriam ser descartáveis, para serem utilizadas somente uma vez e depois recicladas. Na verdade, o que acontece é que a caixa acaba sendo reutilizada. Em seu site, a Companhia de Entreposto e Armazéns de São Paulo ressaltou que a embalagem é instrumento de identificação, proteção, movimentação e exposição de frutas e hortaliças frescas.

Bem rotulada, ela é o primeiro passo na construção da marca do produtor. Desse modo, garante o sabor, a aparência e a segurança alimentar do produto.

Percebe-se, nos últimos tempos, uma diminuição no uso de caixas de madeira e um aumento das embalagens de plástico e de papelão, além de sacarias (sacos). Como exemplo, em 2014 passaram pelo Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), mais de 230 milhões de embalagens – cerca de 139 milhões foram caixas de papelão, plástico e sacos e pouco mais de 91 milhões em madeira.

Outra alternativa é apresentada pela Termotécnica. Líder em seu segmento no Brasil, a empresa trabalha com uma linha de conservadoras térmicas produzidas em EPS (isopor®), que contribuem para a redução do desperdício de alimentos em toda a cadeia logística, do produtor ao consumidor final.

Funciona da seguinte maneira, ao armazenar alimentos, as conservadoras mantêm a temperatura, a umidade e a higiene, ampliando o tempo de vida (shelf-life), a qualidade e preservando boa parte dos nutrientes e o peso dos alimentos.

Em pesquisa sobre a influência do tipo de material utilizado nas embalagens após a colheita, a Universidade da Califórnia, nos EUA, reforça que, no caso da uva, o aumento da temperatura é um dos aceleradores da maturação durante a conservação. Como o EPS é um conservador térmico, esse tempo de maturação é ampliado consideravelmente.

“Com a conservadora DaColheita, as frutas, legumes e verduras podem permanecer até 20% mais tempo nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais em comparação com outros tipos de embalagem”, afirma Nivaldo Fernandes de Oliveira, Diretor Superintendente.

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