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Fim de ano: setor de vendas é o que mais emprega no País

Data28 novembro 2017

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O dia do vendedor é comemorado aqui no Brasil, em 1º de outubro. Praticamente, umas das vagas que mais empregam no País. Ainda mais no final de ano, com as oportunidades para os serviços temporários.

A boa notícia é que o comércio varejista no Estado de São Paulo de acordo com o último levantamento realizado, em setembro, a quantidade de trabalhadores nesta área é de 2.065.957.

Vale ressaltar que é o terceiro mês consecutivo que o setor gerou empregos formais, sendo o maior saldo para o mês de setembro, desde 2014.

No acumulado dos últimos 12 meses, foram extintos 3.102 empregos com carteira assinada, número bem inferior ao apurado entre outubro de 2015 e setembro de 2016, quando foram perdidos 60.563 vínculos celetistas.

Se o mercado de trabalho está favorável para a profissão. Alguns requisitos para exercer a função são primordiais. 

“Se o vendedor não tiver preparo, técnicas psicológicas de venda, o conhecimento do produto, uma boa dicção, além da profissionalização do vendedor, ele está completamente fora do perfil”, é o que explica Luís Augusto, consultor de varejo e diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). 

Se isso é exigido na área de vendas, em geral, imagina então, no maior mercado atacadista da América Latina e o terceiro maior do mundo, a CEAGESP.

De acordo com o balanço realizado pela Companhia, no ano de 2016, foram mais de 3 milhões de toneladas vendidas. Isso sem incluir as outras unidades espalhadas pelo Estado.

No total são 2.560 empresas atacadistas e 530 empresas varejistas. Sendo que por dia, circulam mais de 50 mil pessoas e 12 mil veículos no Entreposto paulista. O trabalho é intenso para conseguir movimentar grandes volumes de produtos. 

“O dia a dia aqui é difícil e é corrido, pois, você chega cedo, não tem hora para terminar. Eu estou por aqui por volta das seis da manhã e não tenho horário para sair. Tem dias de segunda a sexta-feira que eu chego em casa, às 8 horas da noite. É estressante, às vezes, você passa mais tempo com o pessoal do trabalho do que com a sua própria família”, explica o gerente de vendas da Frutamina, Eduardo Raymundo.

 

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