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Legado dos Rocha traz do Vale bananas selecionadas para CEAGESP

Data31 maio 2017

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A Distribuidora Frutas Rocha está, há mais 30 anos, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, a CEAGESP. E quem iniciou o empreendimento de ramo familiar foi o Oswaldo Silva da Rocha, que ainda está em plena atividade à frente da empresa. Hoje, ela é administrada de perto pela segunda geração, com os filhos: Oswaldo Rocha Filho, Fernando Rocha e Rodrigo Rocha. Além da mãe, Vera Lúcia Rocha. A terceira geração ainda é muito nova, mas há o interesse por parte dos sócios para continuar com o legado da família. 

A empresa comercializa diversos produtos, tendo a mexerica do rio, conhecida nacionalmente como mexerica Rocha, como carro-chefe. Porém, outros itens como a laranja, a goiaba, a banana são encontradas em um espaço amplo, que fica localizado no Box 166, do Pavilhão HFN, na Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946, Bairro de Vila Leopoldina, Zona Oeste da Capital paulista. Esta última fruta citada, a banana, em especial, são vendidas as do tipo prata e a nanica. Sendo que essa é a mais procurada no ETSP. 

A região produtora, de onde vem a fruta, fica no Vale do Ribeira, nos municípios de Registro e de Pariquera-Açu, a 200 km e 215 km, respectivamente, de distancia da capital paulista. “É uma região que tem muita umidade, e que se adaptou muito bem para o cultivo da banana. Ela fica em uma posição estratégica entre os estados de Curitiba e São Paulo. Então você consegue atender tanto a região sudeste e sul do país”, explica, Oswaldo Rocha Filho. 

Na propriedade rural, há profissionais em cada área, inclusive um consultor técnico agrícola que auxilia a empresa nas necessidades da produção. Um exemplo é na utilização consciente de defensivos agrícolas e de análises de estudos sobre a aplicação adequada do produto na lavoura. O Vale do Ribeira, infelizmente, sofreu em 2016, uma influência muito forte no clima e isso prejudicou muito os produtores da região. E isso também afetou a produção da empresa Frutas Rocha. “Tivemos um período de geada, em Registro, por causa disso tivemos uma perca muito grande da safra. Este ano, tivemos um preço muito alto para a banana. Posso dizer que o mercado dessa fruta é muito instável, uma hora está em alta outra em baixa. Mas depois de junho, julho, o preço já começa a cair novamente”, ressalta Oswaldo Rocha Filho. 

Além das condições climáticas, outros fatores incidem, diretamente, na produção da fruta. Pensando nisso, a empresa procura minimizar as perdas. “A banana, ela amadurece muito rápida, então, ela é vendida no tempo certo. Isso acaba evitando ao máximo a questão de desperdício. Toda a parte de colheita é feita através de tratores e carretas que carregam o produto, o cacho da banana até a Packing House, [espaço onde fica armazenado]. Neste lugar é feita a seleção da fruta, nessa parte que é separada, tendo assim uma perca bem baixa,” disse Oswaldo Filho.

Da lavoura até a CEAGESP, são mais de 150 funcionários trabalhando diretamente na produção. Mesmo no período de crise financeira que o país vem passando, a empresa permaneceu com o mesmo quadro de profissionais. Para atender o comércio em geral, principalmente, as quitandas e hipermercados. A empresa utiliza de frotas próprias, caminhões equipados e frigorificados para realizar o abastecimento. Para se destacar, em um mercado disputado da CEAGESP, sendo que é o maior mercado atacadista da América Latina, é preciso ter um planejamento e trabalhar com o marketing da empresa. Não é à toa que ela está há tanto tempo na Central de Abastecimento.

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