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Pimenta possui produção forte no primeiro trimestre no ETSP

Data16 abril 2017

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De acordo com tabela de sazonalidade disponível no site da CEAGESP, a comercialização de pimenta a partir de abril começa a ficar estável depois de um período forte no primeiro trimestre deste ano. Essa especiaria é utilizada por diversos povos desde o mundo antigo, e representam boa parte do segmento de condimentos, temperos e conservas. 

Ela é tão importante que ocupa uma posição de destaque do ranking de produtos pelo volume em toneladas. Ficando entre os 20 itens mais comercializados, no Setor de Legumes. Foram 5.297,78 t, entre os meses de janeiro a dezembro de 2016, no ETSP. 

Segundo a Embrapa, O mercado para as pimentas in natura é fortemente influenciado pelos hábitos alimentares de cada região do Brasil, e são parte importante de vários pratos tradicionais. Os estados da região Sul são provavelmente os que menos consumem pimentas in natura no País, havendo uma preferência pelas formas processadas, como molhos, conservas e pimentas desidratadas. Na região Sudeste consome-se principalmente a pimenta doce do tipo americana, pimenta ‘Cambuci’, ‘Malagueta’ e ‘Cumari Vermelha’. Na região Nordeste, predominam as pimentas ‘Malagueta’ e ‘De Cheiro’.

Já na região Norte, as pimentas mais apreciadas são a ‘Murupi’, ‘Cumari do Pará’ e a ‘De Cheiro’; na região Centro-Oeste, tradicionalmente são cultivadas e consumidas as pimentas ‘Bode’, ‘Malagueta’, ‘Cumari do Pará’, ‘Dedo de Moça’ e mais recentemente a ‘De Cheiro’, anteriormente importada do Pará e atualmente já cultivada em Goiás.

 

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