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Maria Helena administra com pulso firme comércio de abacaxi na CEAGESP

Data7 março 2017

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A proprietária Maria Helena é fundadora da empresa que leva o próprio nome Maria Helena Sousa da Costa ME. Ela tem uma história de superação e de sucesso. Já que há 13 anos, à frente do negócio, começou sem ter experiência alguma em gestão e hoje administra sozinha o comércio de abacaxi e melancia, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP).

Isso, porque, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE o tempo médio de empresas que fecham as portas é de aproximadamente três anos. E de acordo com o último levantamento do IBGE, em 2015, mais da metade dos comércios encerrou as atividades. 

“A maior preocupação na minha administração são os concorrentes desleais, aqui na Ceasa de São Paulo. As empresas vêm para cá, sem qualquer tipo de cadastro e ficam por uns seis meses, oferecendo aos clientes produtos sem qualidades” explica Maria Helena.

Porém, para combater isso, o diferencial da empresa começa já na compra do produto. O abacaxi comercializado é do tipo Pérola. Ele já vem verde e no abastecimento realizado no Entreposto paulista, sendo que logística demora uns três dias, a fruta ainda está madura. Fator importante, ressaltando que para competir em um mercado disputado é preciso ter um destaque especial para o comprador. E esse cliente fiel é o que mantém a Maria Helena Sousa da Costa ME em atividade, mesmo em período complicado que a economia brasileira está passando.  As vendas do abacaxi pérola estão no mesmo parâmetro em relação ao ano passado.

Hoje, o estabelecimento conta com 10 funcionários, que trabalham uniformizados. Sendo que muitos aprenderam as práticas no dia a dia. A embalagem utilizada na armazenagem é de madeira, mas o cliente pode trazer o de plástico se preferir para o transporte da fruta. A caixa do abacaxi de 1,2 quilos, no varejo sai por volta de R$ 15 e no atacado por R$ 13. A distribuição é realizada em diversos hipermercados, distribuidoras, feiras de todo o estado de São Paulo. O frete é terceirizado e a mercadoria vem de longe, nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, principalmente dos estados de Tocantins, Paraíba, Pará e também Minas Gerais. 

 

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