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Expectativa é positiva, este ano, nas principais Centrais de Abastecimento

Data1 março 2017

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De acordo com os dados do Boletim Hortigranjeiro Prohort, divulgado no mês de fevereiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o ano de 2016 foi nada positivo, principalmente, para o setor de FLV – Frutas, Legumes e Verduras. Sendo que a quantidade de frutas e hortaliças comercializada nas principais Centrais de abastecimento, as Ceasas, do país caiu algo em torno de 3%, na comparação com o ano de 2015, totalizando cerca de 14 milhões de toneladas. 

As informações, segundo o boletim, ainda trazem que na região Sudeste, por exemplo, a queda no volume de vendas foi de 12,47% (R$20,8 bilhões), em relação ao mesmo período. Na Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo, segundo o balanço anual, Análises e Estatísticas da Comercialização na Rede de Entrepostos, realizado pelo Departamento de Comunicação e Marketing da CEAGESP, 2016, também foi um ano de baixa comercialização. 

O mercado atacadista comercializou 4.010.040 toneladas em frutas, legumes, verduras, flores, pescados. Porém, usando como referência o ano anterior, a CEAGESP teve um rendimento melhor, com  4.208.483 toneladas comercializadas no Entreposto paulista. Uma redução de aproximadamente 5% do volume de vendas. Mas para este ano, a expectativa é positiva para o maior mercado atacadista da América Latina e o terceiro maior do Mundo.

“Ao contrário dos últimos anos, 2017 será, sem dúvida, um ano bastante positivo. O volume comercializado deverá retornar a normalidade. O atual  cenário econômico positivo, as condições climáticas, câmbio, fim do perigo de escassez de água, tudo parece caminhar no sentido correto este ano” explica o economista da CEAGESP, Flávio Godas. 

Para os permissionários do Entreposto paulista, o ano de 2016 foi complicado. “O ano que passou tivemos uma queda nas vendas de aproximadamente uns 20%, tanto na movimentação interna ou externa, ” afirma João Clodoaldo, proprietário da empresa João Clodoaldo Hortifrúti.

O clima influencia diretamente à agricultura. No ano passado, o Brasil sofreu o fenômeno El Niño, um dos mais fortes da história. Segundo o site meteorologia ClimaTempo, o país teve as duas últimas temporadas do verão muito irregulares. “As safras de 2014/2015 e 2015/2016 foram sob o domínio do maior El Niño do século e o segundo maior da história. Sob estas condições só choveu no Sul” comentou o meteorologista Alexandre Nascimento.  

 

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