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Caldos quentes têm preços mais salgados neste inverno, aponta FecomercioSP

Data22 junho 2016

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Segundo a Entidade, as variações climáticas influenciam os preços de diversos ingredientes – como por exemplo, o couve -, cuja produção caiu por causa do excesso de frio e das geadas. Com a chegada do inverno e o frio batendo recordes na região metropolitana de São Paulo, os consumidores mudam seus hábitos e as sopas e caldos ganham espaço nas refeições das famílias paulistanas.Porém, as variações climáticas têm influenciado o preço de alguns dos principais ingredientes desses pratos, que aquecem essa estação do ano. É o que aponta estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) elaborado com base nos dados do IPCA, do IBGE.

O preço da cenoura, ingrediente presente em muitas canjas, sopas e caldos, subiu 20,58% no período. De acordo com a Federação, quem quiser preparar um caldo verde deve preparar o bolso, visto que o preço médio da batata inglesa e da couve subiram 58,43% e 13,63% em um ano, respectivamente. No caso da batata, a alta é decorrente do excesso de chuvas nas principais regiões produtoras, como São Paulo, Paraná e Minas Gerais. No caso da couve, não apenas o excesso de chuvas, mas também o frio prejudicou a produção. O preço da linguiça, por sua vez, subiu apenas 8,84%.

O azeite e o alho, que costumam fazer parte de praticamente qualquer receita, como são quase sempre importados, sofreram com a alta do dólar e estão bem mais caros: 34,35% no caso do azeite de oliva e 63,4% no caso do alho.

Já a cebola, uma das grandes vilãs da inflação no passado recente, viu seu preço médio subir apenas 4,62% em um ano. Os caldos concentrados, utilizados como tempero pelos cozinheiros mais apressados, estão 13,81% mais caros, em média.

Outro creme muito consumido no inverno, o de palmito, também está mais caro, afinal o alimento teve alta de 12,7%. Já o preço do pãozinho, que costuma acompanhar as sopas, subiu 6,75%. No caso do pão de forma, a elevação foi de 18,28%.

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