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Cebola

Data4 junho 2016

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Dentre as várias espécies cultivadas pertencentes ao gênero Allium, a cebola (Allium cepa L.) é a mais importante quanto ao volume de produção e valor econômico.

A globalização da economia mundial e a formação do Mercosul interferiram significativamente no mercado de hortaliças no Brasil, sobretudo o da cebola. As tendências das produções na Argentina e no Brasil evidenciam um mercado competitivo do qual continuarão participando somente os países que tiverem vantagens comparativas e fizerem reconversão nos setores produtivos. Portanto, somente continuará no mercado o produtor que se tecnificar para obter produto de qualidade e se adaptar às mudanças de mercado.

 

Segundo a Food Agriculture Organization – FAO, em 2004 foram produzidos no mundo 55,15 milhões de toneladas em 3,05 milhões de hectares, resultando em uma produtividade média de 18,1 t/ha (Tabela 1).

O maior produtor mundial de cebola é a China, que no ano de 2004 foi responsável por cerca de 32,7% da produção, sendo, também, o país que apresenta a maior superfície cultivada. Outros países, como a Índia, Rússia e Paquistão, se destacam entre os maiores produtores mundiais, com áreas acima de 100 mil hectares. O Brasil situa – se como o nono maior produtor mundial, com uma área de 57,03 mil ha e uma produção de 1,12 milhão de toneladas, o que proporcionou uma produtividade média de 19,7 t/ha. Em termos de produtividade, entre os países que apresentam as maiores áreas de plantio, sobressaem os Estados Unidos, com maior produtividade média (54,41 t/ha), seguido do Irã, China, Turquia, Brasil e Paquistão (Tabela 1).

Na América do Sul, o Brasil é o maior produtor, seguido pelo Argentina, Colômbia e Peru. Entretanto, as produtividades nacionais obtidas nos últimos anos o posicionam abaixo dos índices de maior expressão registrados para a cultura, que pertencem ao Chile e Peru, com 47,6 e 28,7 t/ha, respectivamente.

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