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Super tomate “Ravena” chega ao mercado e garante alto desempenho, faça chuva ou faça sol

Data3 junho 2016

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As chuvas, assim como os grandes períodos de seca, estão entre as maiores preocupações na produção de tomate, já que impactam diretamente na produtividade e qualidade dos frutos, comprometendo os lucros do produtor, além do preço e qualidade na mesa dos brasileiros. Depois da batata, o tomate é a hortaliça campeã de consumo no Brasil. 

De acordo com dados da FAO – Organização das Nações Unidas para a Alimentação, o consumo per capita do tomate no Brasil está em torno 18 kg/ano, o que representa um incremento de consumo acima de 35% nos últimos 10 anos. Se compararmos com países que são altamente consumidores de tomate como a Itália, que é próximo a 70 kg/ano, e a Turquia e Egito, cujo consumo per capita é em média 85 kg/ano, ainda há boas perspectivas para o crescimento. O crescente consumo do tomate está relacionado, entre outros fatores, à consolidação de redes de fast food, a presença da mulher no mercado de trabalho, a rapidez no preparo nas refeições, e mais recentemente, a busca por alimentos mais saudáveis, favorecendo tanto o crescimento do consumo do fruto fresco quanto processado. Além do que o tomate está entre os alimentos funcionais devido aos altos teores de vitaminas A e C, sua riqueza em licopeno e sua indicação na prevenção de doenças, como o câncer.

A presença do tomate na mesa do brasileiro se tornou tão importante que as altas nos preços viraram assunto nos jornais, principalmente em épocas de chuva, quando o “santo tomate de cada dia” fica escasso e mais caro nas feiras e supermercados. O interessante é que neste ano, mesmo com o período de chuvas em alguns estados no primeiro trimestre, especialmente na região Sudeste, a produção de tomates com novos híbridos da Sakata se manteve constante, motivo de comemoração para os pesquisadores com as novas variedades desenvolvidas no Brasil, caso do Ravena, recém-lançado pela empresa e que já alcança resultados surpreendentes.

Outro fator é que o tomate vem agregando valor in natura, com maior diversidade de grupos de cultivares que priorizam o sabor e a praticidade, caso do Ravena. Neste assunto, a Sakata é referência, reconhecida pelo pioneirismo em pesquisas e no desenvolvimento de cultivares adaptados às condições climáticas e as características de solo brasileiros. Como parte de seu projeto de melhoramento genético e foco em desenvolver variedades que se encaixem a cada região do Brasil, os pesquisadores têm se empenhado na Estação Experimental, também localizada em Bragança Paulista, em busca de tomates cada vez mais adaptados, resistentes e com maior produtividade.

De acordo com o produtor Sérgio Vitor Barbosa, de Apiaí, que plantou 3 hectares do Ravena, a colheita está 35% acima da média, com mais de 300 caixas/mil pés de tomate. ”O desempenho deste tomate surpreende muito, com uma planta muito viçosa e sadia, que produz mais e prolonga a colheita depois do ponteiro, com este ganho de até 35% a mais de lucro extra”, explicou Barbosa. Outro destaque para o produtor é que o Ravena é mais resistente a fungos e bactérias que outros italianos, bem propício às regiões úmidas como Apiaí. “Tem tudo que um tomate precisa. Espessura excelente, sabor equilibrado, que cairá na preferência do consumidor”, contextualizou. 

Assim como o produtor Sérgio, outros produtores da região perceberam no Ravena um grande valor para campo aberto, com potencial produtivo insuperável e características como calibre, vigor e produtividade. O padrão de fruto é outro destaque, pois gera essa percepção de valor pelo consumidor, com ótima coloração e ausência de manchas e rachaduras nos frutos, problemas típicos de épocas chuvosas. Sem contar que reúne outras importantes características como firmeza, formato de fruto desejado pelo mercado, frutos grandes, alto pegamento da base ao ponteiro e alto nível de resistência a bacterioses.

 

 

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