Notícias

Notícias

Ceapi é tema de entrevista na TV Clube

Data2 junho 2016

COMPARTILHE

  • Facebook
  • Twitter
  • Linkedin
  • Imprimir
  • Enviar por e-mail

O secretário de desenvolvimento rural Francisco Limma afirmou no dia 1º de junho, que todos os permissionários da Central de Abastecimento do Piauí (Ceapi) serão mantidos no local mesmo com a administração do espaço passando a ser feita por meio de uma parceria público-privada (PPP). Segundo ele, além dos atuais trabalhadores, outros ainda ganharam o direto de atuar no local. 

“O importante desse processo todo é que serão investidos cerca de R$ 50 milhões para melhorar toda a infraestrutura e a logística da Ceapi, não apenas dos boxes e dos galpões, mas de energia, parte de sanitários e estrutura de comercialização. Além disso, será alocada uma estrutura varejista na parte central. Vamos preservar o direito de quem já está hoje e ampliar para novos interessados”, falou Francisco Limma. 

Os trabalhadores terão acesso ao projeto completo da parceria. O local conta atualmente com 749 permissionários que reclamam de dificuldades de espaço, segurança e limpeza. Com a mudança de administração, o governo espera melhorar os serviços tanto para os permissionários quanto para os consumidores e transformar a Ceapi em um dos melhores centros de distribuição de frutas do Nordeste. 

O governo acredita que no máximo daqui a um ano e meio a nova estrutura da Ceapi já esteja concluída e em funcionamento. Ao todo serão três etapas para a transformação do local, sendo que a primeira cuidará da remoção de alguns permissionários durante o período de obras e da colocação das novas instalações. O processo licitatório deve ser aberto até setembro. 

De acordo com José Luiz Moraes, tesoureiro da União dos Permissionários da Ceapi, os trabalhadores concordam com a parceria público-privada e vão trabalhar para construir propostas que sejam boas para ambas as partes. Ele acredita que com a mudança de administração e os novos investimentos as condições de trabalho podem melhorar. 

“Nós aguardamos com expectativa positiva e concordamos. Apenas queremos que seja resguardado o direito de cada um que aqui já está e esperamos que as futuras taxas sejam fixadas de forma justa”, explicou.

VEJA TAMBÉM...

Publicidade