Notícias Ceagesp e Ceasas

21 / 05 / 2012
Tamanho do Texto
  • Aumentar Tamanho da Fonte
  • Tamanho de Fonte Padrão
  • Diminuir Tamanho da Fonte
Home Negócios Economia Cesta básica fica mais cara em 17 capitais

Cesta básica fica mais cara em 17 capitais

Hits smaller text tool iconmedium text tool iconlarger text tool icon

Os produtos da cesta básica ficaram mais caros, em novembro, nas 17 capitais em que o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) faz o acompanhamento de preços. A maior correção foi constatada em Manaus (9,28%), onde o valor subiu para R$ 250,56, seguida por Fortaleza (8,03%), capital em que a cesta passou a custar R$ 208,91.
No entanto, a cidade de São Paulo permanece no topo da lista com o maior valor – R$ 264,61 ou 4,26% acima do registrado em outubro.

Porto Alegre aparece na terceira posição, com a cesta custando R$ 249,78, embora tenha apresentado a menor correção entre as 17 capitais pesquisadas (1,04%).

Entre os itens que mais pressionaram o valor da cesta básica estão a carne, o açúcar e o óleo de soja.

No acumulado do ano, a maior correção ocorreu em Goiânia (23,79%), onde o valor chegou a R$ 236,06. Nos últimos 12 meses, Recife foi a capital que teve o ajuste mais expressivo – de 17,29% e custo de R$ 206,32.

O levantamento mostra ainda que os menores valores foram encontrados em Aracaju, com R$ 179,78 e reajuste de 4,28%, e João Pessoa, com R$ 193,49 e alta de 3,84%.

Pelos cálculos do Dieese, em novembro, o salário mínimo deveria atingir R$ 2.222,99 para que o trabalhador pudesse arcar com o custo das despesas essenciais da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene pessoal, transporte, lazer e previdência. Esse teto é mais de quatro vezes superior ao salário mínimo atual (R$ 510) e também ficou acima do valor estimado no mês passado ( R$ 2.132,09).

Para comprar os produtos, o trabalhador que ganha o salário mínimo deveria cumprir uma jornada de 98 horas e 12 minutos, em média, bem acima do tempo estimado em outubro (94 horas e 11 minutos). O comprometimento da renda passou de 46,53% para 48,52%.

Agência Brasil

 


Enquete

Qual assunto você gostaria de ler mais?
 

Publicidade