
Os hábitos brasileiros de consumo de final de ano – comprar presentes e novos aparelhos eletroeletrônicos, reformar a residência ou a decoração e investir nas férias da família – deverão encontrar plena expressão comercial neste mês de dezembro, ainda que a conjuntura aponte para um cenário mais contido.
Ao longo dos últimos anos a economia brasileira tem se mantido em ritmo aquecido, exibindo altas taxas de crescimento anual. Estas têm sido impulsionadas e sustentadas, fundamentalmente, pelo consumo das famílias – que chega a representar mais de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) do País – e pelos serviços. Estes últimos, em boa parte, decorrentes do primeiro fator.






