Pesquisadores da Columbia University analisaram recentemente os efeitos positivos da pectina cítrica modificada sobre linhagens de células cancerosas em humanos e camundongos. Os resultados, divulgados pelo pesquisador-chefe Dr Aaron Katz na última edição da Integrative Cancer Therapies(1), mostram que a pectina cítrica modificada inibe a proliferação celular e induz a apoptose (morte celular programada) tanto em células cancerosas andrógeno-dependentes quanto nas andrógeno-independentes de acordo com a dose e o período de tempo utilizados.
"Aliada a dieta, exercício e mudanças no estilo de vida, a pectina cítrica modificada ajuda meus pacientes a manter o câncer afastado e desacelerar seu crescimento, reduzindo assim o impacto negativo da doença sobre a vida dos pacientes", diz Dr. Geo Espinosa, diretor do Integrative Urology Center da NYU.
O câncer de próstata é a segunda causa de morte por câncer em homens. Um em seis homens desenvolverá esse tipo de câncer ao longo da vida. Dr. Jun Yan, principal autor, diz: "Nossas descobertas demonstram claramente que a pectina cítrica modificada possui propriedades contra o câncer de próstata tanto em células cancerosas andrógeno-dependentes (sensíveis a hormônios) e andrógeno-independentes (resistentes a hormônios) na próstata. Os resultados sugerem fortemente que a pectina cítrica modificada pode ser um agente quimiopreventivo e terapêutico contra a doença".
Newswire



Twitter
Digg
Del.icio.us
Yahoo
Technorati
Facebook