De acordo com o último relatório divulgado pelo USDA (departamento de agricultura dos Estados Unidos), estima-se que a produção chinesa de soja diminua 7,2%, ou seja, redução do volume em 1,1 milhão de toneladas com relação à safra 10/11. O consumo deve aumentar 8,5%.
As importações devem crescer 7,9% para a próxima safra, totalizando 56,5 milhões de toneladas, ou seja, aumento de 4,1 milhões de toneladas. Com isso os estoques finais apresentam decréscimo de 11,3% para o que está sendo projetado para a safra 11/12. A estimativa de consumo chinês para a safra 11/12, com relação ao seu estoque, será suficiente para aproximadamente 66 dias.
Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa Mercantil de Chicago iniciaram a semana com perdas expressivas sustentadas pelas expectativas de aumento das ofertas norte-americana e global de soja do relatório mensal divulgado pelo USDA. Na terça-feira os principais futuros da soja encerraram o pregão com ganhos modestos.
No dia seguinte as perdas foram acentuadas e apesar de o relatório do USDA ter trazido números negativos, foi o agravamento das tensões na zona do euro que sustentou essas quedas. Na quinta-feira o contrato novembro da oleaginosa fechou em queda de 16 pontos. Na sexta-feira os futuros da soja voltaram a oscilar com o contrato com vencimento em novembro encerrando cotado a US$ 11,86/bushel. O vencimento março encerrou a semana cotado a US$ 11,96/bushel.



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