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21 / 05 / 2012
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Agricultura rejeita laudo técnico obrigatório para registro de agrotóxicos

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural rejeitou no último dia 17 o Projeto de Lei 7490/10, do deputado Beto Faro (PT-PA), que torna obrigatória a emissão de laudo técnico, por instituições oficiais, para que seja autorizado o registro de agrotóxicos no País.

O relator da proposta, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), defendeu a rejeição. Ele argumentou que a legislação brasileira referente a agrotóxicos já é uma das mais rigorosas do mundo. Segundo Moreira, a medida proposta por Beto Faro já está prevista na Lei 7.802/89 e no Decreto 4.074/02, que regulamenta o registro.

Segundo a legislação atual, os procedimentos de registro são feitos em conjunto pela Secretaria de Defesa Agropecuária (Ministério da Agricultura), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Saúde) e Ibama (Meio Ambiente).

O projeto também estipula o prazo de 30 dias para que o governo cancele o registro de defensivos agrícolas considerados inadequados por organizações internacionais de saúde, alimentação ou meio ambiente. A lei em vigor diz apenas que o Poder Público deve tomar providências imediatas, sem determinar prazos ou sanções.

“Cremos que o sumário cancelamento do registro de determinado produto, como proposto no projeto de lei, constitui medida precipitada, que carece de fundamento técnico ou científico mais consistente e que poderá acarretar sérios problemas para a agricultura”, defendeu o relator.

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Agência Câmara

 


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