O consumo de peixe no mundo alcançou níveis históricos, conforme relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que contabilizou em 2010, média de 17 quilos por pessoa. Esse aumento se deve basicamente à elevação da produção por aquicultura, que cresce a taxa anual próxima de 7%.
O Espírito Santo seguiu a tendência mundial e registrou aumento na procura por peixes. O que não é motivo de comemoração para produtores rurais. “O valor pago ao produtor não acompanha os custos de produção, que estão bastante elevados”, revela Neuzedino Assis, superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Espírito Santo (Senar/ES).
Segundo Assis, o estado possui potencial para aumentar a produção de peixes, mas o lucro atual com a piscicultura faz com que a atividade não seja atrativa para o produtor.



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