No final do ano, a superstição em torno da romã também favorece e muito nas vendas do produto no entreposto paulistano da Ceagesp, maior unidade da rede. “Cerca de 50% do volume total do fruto é comercializado em dezembro”, contabiliza Flávio Godas, economista da companhia.
Com os valores estáveis em relação ao ano passado, o preço do fruto variou de R$ 8 a R$ 13, dependendo da qualidade e origem.
Para quem fez o ritual da virada, o produto não faltou. “Com a estabilidade do dólar e as boas condições climáticas, fizeram com que a produção crescesse e estimamos que cerca de 500 toneladas foram comercializada neste mês”, afirma Godas.
A romã é um dos frutos cujo cultivo e consumo vem desde a antiguidade, originária do Oriente Médio e da Ásia. A fruta sempre esteve ligada a superstições, para os gregos simbolizava a fecundidade, para os romanos, ordem e riqueza, já para os judeus um ano novo próspero.



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