Desde o primeiro dia de março, o estado do Acre também tem sua central de abastecimento, que ocupa uma área de mais de dez hectares e está localizada na capital, Rio Branco.
Com estrutura dividida em um pavilhão de 4.898 m² com 30 boxes, a central será voltada para empresas e 130 módulos para ocupação de produtores rurais. De acordo com a central, já existem seiscentos produtores cadastrados com proposta de expansão para mil. A obra consumiu investimentos de cerca de R$ 9 milhões, com recursos oriundos do Ministério da Agricultura e da prefeitura.
A previsão, segundo o órgão, é de que a Ceasa opere até o fim deste mês com 39 empresas, sendo dez escolhidas por licitação no mês de fevereiro. As outras 20 empresas atacadistas foram transferidas da região central, com base em lei municipal que autorizou a dispensa de licitação para os atacadistas de hortigranjeiros já existentes. Segundo o presidente da Ceasa Acre, Sérgio Lopes, o objetivo da lei é garantir o interesse público ligado à organização do abastecimento local.
A gestão da nova central é municipal, sob a responsabilidade do Departamento de Abastecimento e Comércio da Ceasa. A estimativa, segundo o órgão, é de que a nova ceasa gere 150 empregos diretos e até 350 indiretos, sem contar os 33 funcionários da gestão da Ceasa. Entre os produtos ofertados pela unidade, estão exemplos típicos do agroextrativismo da região amazônica como cupuaçu, açaí e buriti.



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