De olho no potencial e na versatilidade da mandioca, a Bahia está investindo em tecnologias que contribuam para melhorar os índices de produção e produtividade, além do aproveitamento da planta, que é 100% utilizada, da raiz, ao caule e às folhas.
Com métodos educativos de extensão rural, técnicos orientam os agricultores familiares realizando cursos, treinamentos, seminários, acompanhamento no campo e, por meio de associações, para produzir mais e melhor, diversificar os produtos oriundos da planta – feitos artesanalmente ou industrializados –, e comercializar, gerando renda extra para a família agrícola.
De acordo com o presidente da (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Emerson Leal, para cada dois hectares de mandioca plantados, um emprego direto é gerado. "Estamos trabalhando, a cada dia, para aperfeiçoar a assistência técnica e apoiar a sustentabilidade da agricultura familiar na Bahia", afirma. A empresa também trabalha com pesquisas participativas, envolvendo agricultores familiares, implantando campos de produção de maniva-semente de aipim (mandioca mansa) e mandioca industrial (mandioca brava). Segundo o engenheiro agrônomo da EBDA, Paulo Beline, lotado na Gerência de Itabuna, a mandioca encontra-se entre as nove principais culturas do país, e é a sexta em valor de produção. "A cultura da mandioca é tão importante hoje que a fécula (co-produto) está sendo utilizada para vedação de perfuratriz de petróleo, em alto-mar", exemplifica o técnico.



Twitter
Digg
Del.icio.us
Yahoo
Technorati
Facebook