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O Instituto de Pesca (IP) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo editará e revisará a lista de espécies de peixes que têm o cultivo permitido no Estado, possibilitando que os pequenos e médios produtores possam formalizar suas atividades ou ingressar na piscicultura e na aquicultura. A Resolução SAA nº 73, publicada no Diário Oficial do Estado, no dia 25 de novembro de 2016, estabelece novos parâmetros de classificação de espécies alóctones, exóticas e híbridos que têm o cultivo permitido em rios e reservatórios do Estado, bem como os locais autorizados para o cultivo de cada espécie.

Uma união de forças está contribuindo para promover o redesenho das atividades agrícolas de dois municípios do estado do Rio Grande do Norte. Experimentos com o plantio de alho nobre em Porta Alegre e Martins, localidades sem tradição de cultivo com a hortaliça, estão respondendo de maneira bastante positiva a algumas novidades tecnológicas, a exemplo da vernalização – processo de armazenamento em câmara com temperatura de 3 a 5°C, por um período de 40 a 60 dias, com umidade entre 70 e 80%.

Novas variedades desenvolvidas pelo Programa de Melhoramento Genético da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) são lançadas de tempos em tempos e a partir do cumprimento de alguns processos logísticos institucionais, como a produção de sementes e/ou mudas por meio de editais/licitações, disponibilizadas para a sociedade. Missão cumprida? Nem sempre. Na maioria dos casos, os materiais lançados permanecem sob o olhar atento e o acompanhamento de pesquisadores, caso das cultivares de mandioquinha-salsa BRS Rúbia e BRS Catarina.

O inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) venceu o 12º Prêmio Brasil Ambiental (PBA) da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio). Núcleo de inteligência do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas), o instituto concorreu na categoria “Resíduos Sólidos”.

As sementes híbridas da abóbora Tetsukabuto Takayama F1, um dos principais produtos da linha de sementes de alta tecnologia, Topseed Premium, ganhou nova embalagem. Além da roupagem mais bonita e moderna, a atual forma de armazenagem traz praticidade e segurança ao produtor e reduz os custos de transporte para os revendedores.

Dentre o segmento de folhosas, a alface é a hortaliça mais consumida pelo brasileiro e representa 50% de toda a produção e comercialização nacional deste segmento. A cultura é também a terceira em maior volume de produção, perdendo apenas para melancia e tomate, movimentando 8 bilhões de reais no Varejo, com produção de mais de 1,5 milhão de tonelada por ano.

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A semana será de muitas licitações no entreposto da CeasaMinas em Uberaba(MG). Duas lojas foram licitadas no dia 24 de novembro. Ambas possuem 32,8 metro quadrados, ficam no pavilhão GPI e devem ser usadas para o comércio atacadista de gêneros alimentícios, hortigranjeiros, cereais, industrializados, produtos de origem animal, higiene pessoal e limpeza.

A WestRock, uma das maiores fornecedoras globais de soluções em embalagens, conta com mais uma inovação em seu portfólio: a SmartGuard para Melancia. Produzida com papel de alta resistência HyPerform™, a embalagem é uma solução que vai direto ao ponto de venda e promove diferentes benefícios que vão desde uma melhor exposição dos produtos à eliminação de custo com fretes, se apresentando como uma alternativa aos bins metálicos. 

A quarta semana do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp traz como atrações Filhote com ervas crocantes, Filé de Pescada ao molho de shitake e Tainha espalmada. De quinta a domingo, essas receitas fazem parte das mais de 30 opções de pratos servidos no evento gastronômico da Ceagesp. Na semana seguinte, esses peixes são substituídos por outros, em novas receitas.

As contratações do crédito rural da agricultura empresarial na safra 2016/2017, entre julho e setembro, alcançaram R$ 33,4 bilhões. Do total, R$ 20,7 bilhões são para custeio, R$ 7,2 bilhões, para comercialização e R$ 5,6 bilhões, para investimento. Os desembolsos representam 18% dos R$ 183,9 bilhões programados para o ciclo agrícola 2016/17. A modalidade investimento cresceu 19,1% em comparação ao mesmo período do ano passado, saindo de R$ 4,7 bilhões para R$ 5,6 bilhões. O crédito para comercialização também teve uma elevação de 17%, saltando de R$ 6,12 bilhões para R$ 7,16 bilhões.